O bullying termina quando a aula acaba?

Há poucos anos, quando se falava em bullying, a maioria das pessoas imaginava um empurrão no corredor da escola, um apelido ofensivo ou uma brincadeira de mau gosto.

Hoje o bullying mudou de roupa.

Ele continua acontecendo na escola.

Mas também mora nas redes sociais.

Nos grupos de mensagens.

Nos comentários.

Nas comparações.

Nos memes.

Nos vídeos editados para humilhar alguém.

E, muitas vezes, ele continua acontecendo quando a vítima chega em casa.

O quarto, que antes era um lugar seguro, passou a receber notificações.

O celular continua trazendo o problema para dentro da vida da pessoa.

Uma crítica repetida dezenas de vezes pode começar a parecer verdade.

Um apelido pode transformar-se em identidade.

Uma piada pode destruir a coragem de alguém levantar a mão para responder uma pergunta na sala de aula.

O Cult OFF acredita que nenhuma tecnologia merece ocupar o lugar da autoestima.

E o Autodig pode ser um pequeno aliado nessa reconstrução.

Não porque elimina o bullying.

Mas porque ajuda a fortalecer aquilo que ele tenta destruir.

A identidade.

No Autodig, cada pessoa pode construir um espaço totalmente seu.

Registrar conquistas.

Guardar elogios sinceros.

Anotar frases que a fortaleceram.

Escrever metas.

Registrar sonhos.

Ou simplesmente desabafar.

Ninguém precisa compartilhar.

Nem publicar.

Nem pedir aprovação.

Às vezes, escrever uma única frase já representa uma vitória.

“Hoje consegui responder à professora.”

“Hoje consegui fazer um amigo.”

“Hoje percebi que o problema não sou eu.”

Essas frases parecem pequenas.

Mas são sementes.

E sementes, quando cuidadas, tornam-se árvores.

O bullying tenta convencer alguém de que não possui valor.

O Autodig lembra exatamente o contrário.

Sua história pertence a você.

Sua memória pertence a você.

Sua identidade também.

O restante são apenas opiniões.

E opiniões podem fazer barulho.

Mas nunca devem decidir quem você é.

Cult OFF

Sua voz vale mais do que qualquer eco de uma ofensa.